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Vereadores podem aprovar subvenção para AMM enquanto entidades passam por dificuldades

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AGM TWO
O que é Prioridade: O que é sensato? O que é dificuldade financeira, crise? O que estamos passando? Parece que estamos nadando em dinheiro… Para politicagem nada (R$) é suficiente.

A Câmara Municipal de Patrocínio recebeu proposição de lei de autoria do Executivo para ser votado em regime de URGÊNCIA  e pode ser aprovada por unanimidade,  subvenção de quase 24 mil reais destinado a AMM – Associação Mineira dos Municípios, entidade privada sem fins lucrativos que agrega 853 municípios mineiros.

E na mesma casa de Lei,  ainda  vemos proposta de lei aprovada que retira entidades de lista de subvenção, com diminuição de apoio financeiro a entidades locais que praticam ações sociais, diretamente em prol do Povo Patrocinense. E estas esparsas subvenções não são suficientes para seus objetivos certos e verdadeiros. E para custear suas  ações benditas, vemos diretores, voluntários empenhados em promoções, galinhadas, feijoadas, rifas, buscando angariar recursos para atender seus pleitos.

As subvenções para nossas entidades são parceladas, escalonadas e reduzidas. Enquanto o cartel de Pseudos políticos unem e priorizam reforçar caixa de entidades, que se diz defender os municípios.  E olhem,  que além do Executivo , muitas Câmaras ainda contribuem com mensalidades a entidade.

Imaginem 853 municípios repassando R$ 1 mil por ano, são R$ 853 mil/ ano. E se for R$ 5 mil ao ano por município, quanto não daria?  E todo este montante,  quase 5 vezes mais (24 mil)  é insuficiente para gerirem uma associação, que ainda não vimos nada de efetivo por aqui.

E em nossas vistas,  extorquem do nosso povo, 24 mil por ano. Pra que? E a olho nu, vemos e  acompanhamos a irresponsabilidades de nossos agentes políticos que não reconhecem nossas prioridades e o nossas demandas de quem representam.

E tentam calar  críticas de licitações, disso, daquilo, de pesquisa. E ainda,  não temos um efetivo Orçamento Participativo que prioriza e identifique nossas prioridades. Com coisa que precisa desta ação de Orçamento participativo, para reconhecer nossas principais demandas. A todo instante, em solicitações do dia a dia, se apresentam as necessidades de um povo. Os políticos esquecem que fizeram um plano de governo, colorido, pautado, reconhecendo nossas prioridades, porém amnésicamente, lhe dão branco, esquecem do que propuseram, que são nossas transparentes necessidades.

Não se tem recursos para a saúde, para antiofídico, para medicamentos, custeios de manutenções,  para recapear nossas vias que apodrecem a palmos de nosso nariz. Não há verbas para ações de segurança, olho vivo, para zona azul, para a festa de carnaval, para arbitragem, um simples incentivo ao esporte. Iludidos, estão isentos de qualquer compromisso. Não querem nem saber de nós. Pensam em si próprios, em satisfazer questões pessoais e políticas.

Neste Brasil Varonil, as demandas não saem das esferas de gabinetes, só têm encaminhamentos nas vésperas de eleições. E mesmo assim, por aqui, ainda continua a falta de água e da qualidade dela, falta de remédios, falta ambulâncias, falta bombeiros, agentes de segurança, servidores e estrutura para Samu, falta educação, respeito, sensibilidade. Nos parece, que inexistem  prioridades. Mas sobra desmando, abusos em nome do povo.

Mas para tais objetivos, não há lei, não interessa se é pessoa jurídica, privada, porque acima disso, os “políticos” cegos no ego, vislumbram apenas prestigio, o próprio umbigo, as benesses, as vantagens da classe inoperante de nossos País. E esses políticos ainda usam o chicote da perseguição a quem possa enfrentar.

Relembrando  algumas  poucas prioridades de Patrocínio. Acreditamos que primeiramente, o povo,  as entidades devem estar plenamente abastadas, para depois atender outros santos. 

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