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Radialista José Maria Campos cobra atitude da ‘Comissão de Ética’ com relação a vereadores ‘brigões’

O abalizado e respeitado radialista José Maria Campos, do alto dos seus mais de 50 anos de serviços prestados a imprensa rangeliana – que começou numa época em que até o rádio era em preto e branco -, analisou a reunião ordinária da última terça-feira, 16, na Câmara Municipal.

O titular do ‘Comentário do Dia’ reportou que o presidente Valtinho do Jandaia teve que encerrar a reunião antes da hora devido a ofensas pessoais proferidas no plenário da Casa de Leis.

Falta de decoro parlamentar

‘Gente, é incrível o que anda acontecendo na edilidade patrocinense. A falta de decoro parlamentar está passando de todos os limites. Ofensas pessoais entre alguns vereadores – alguns! – que esqueceram que foram eleitos pelo povo para legislar em favor do povo, fiscalizar… Mas ao contrário, ao invés de darem o exemplo de decoro, se preocupam apenas com ofensas pessoais, como se os eleitores tivessem alguma coisa a ver com a vida pessoal de cada vereador”, registrou.

Desde o ano passado

“As rusgas e diferenças pessoais começaram entre dois vereadores que deveriam desconfiar que o trabalho deles é brigar pelo povo e não entre si. Coisa feia, viu gente… e o pior é que isso vem acontecendo desde o ano passado. E nós perguntamos então: o que está fazendo a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Patrocínio?”, questionou.

Comissão de Ética e Decoro decorativa

“O que estamos vendo é que ela (a Comissão) está assistindo um tumulto entre dois vereadores ou mais alguns como se nada estivesse acontecendo. A grande responsabilidade dessas confusões, dessa falta de respeito, está sendo imputada a Comissão de Ética e Decoro que está ali, pelo menos até agora, como DECORAÇÃO, apenas para cumprir o regimento interno. Então perguntamos mais uma vez: Esta Comissão de Ética foi formada pra quê?”, enfatizou.

Presidente deveria ser mais enérgico

“A reunião estava transcorrendo, dentro da normalidade, em alto nível havia mais de 3 horas e meia e de repente, um desses vereadores que sempre causa tumulto começou com as ofensas pessoais. O presidente (da Câmara) deveria ter cortado seu microfone, pois eram ofensas e não trabalho legislativo na defesa dos seus projetos. O presidente não deveria permitir que assuntos que não sejam legislativos proliferem durante as reuniões”, observou.

Comissão de Ética precisa descruzar os braços e agir

“E a Comissão de Ética está ali para ajudar o presidente, pois para isso ela foi nomeada. Mas não. Cruza os braços, não age, nada faz para punir os vereadores brigões… Até quando a população vai ser obrigada a assistir esses tumultos pessoais na Câmara Municipal? Vamos agir, Comissão de Ética senão a coisa vai ficar bem pior”, enfatizou o decano da imprensa rangeliana José Maria Campos.

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Da Redação com Maisumonline/ZEN

3 Comentários

  1. Parabéns nobre jornalista José Maria Campos me parece que os brigões da Câmara Municipal esqueceram a sua função primordial. Estamos aguardando agora o pronunciamento da Comissão de Ética da Câmara Municipal. Gente a luta dos vereadores obrigatoriamente é em prol da cidade e do seu povo que os elegeu.

    1. Mas que também sirva de alerta para população que elegeu os “vereadores brigões”, afinal eles não estão lá por mero acaso, infelizmente… Enquanto não compreendermos o valor e o poder do voto, jamais teremos a política que almejamos e merecemos. Além de indignar-se, nós eleitores devemos também refletir sobre nossa responsabilidade por este estado de coisas, e nossas escolhas, afinal equilíbrio e educação também se apresentam, ou não, em campanhas eleitorais. Mas precisamos no mínimo observar.

  2. Mas que também sirva de alerta para população que elegeu os “vereadores brigões”, afinal eles não estão lá por mero acaso, infelizmente… Enquanto não compreendermos o valor e o poder do voto, jamais teremos a política que almejamos e merecemos. Além de indignar-se, nós eleitores devemos também refletir sobre nossa responsabilidade por este estado de coisas, e nossas escolhas, afinal equilíbrio e educação também se apresentam, ou não, em campanhas eleitorais. Mas precisamos no mínimo observar.

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